Mota-Engil e NOS arrastam PSI para perda ligeira no meio da sessão

O índice segue o caminho inverso das principais praças europeias, nas quais o sentimento é positivo. A Altri sobe bem acima de 1%, bem acima de qualquer outra cotada.

Mota-Engil e NOS arrastam PSI para perda ligeira no meio da sessão
euronex-bolsa

A bolsa de Lisboa está a negociar em baixa no meio da sessão desta sexta-feira, 19 de maio, com um decréscimo de 0,09%, para 6.050,88 pontos, com as quedas mais acentuadas a serem protagonizadas pela Mota-Engil e a NOS.

A Mota-Engil perde 0,96%, para 2,055 euros por ação, ao passo que a NOS tomba 0,65%, até aos 3,65 euros. Segue-se a Jerónimo Martins, com um decréscimo de 0,53% e fica-se pelos 22,64 euros.

Por outro lado, a Altri lidera as subidas, a crescer 1,78%, para 4,12 euros, com a Greenvolt a ganhar 1,01% até aos 6,50 euros e o BCP a subir 0,92%, para 0,2295 euros.

Entre as principais congéneres europeias, o sentimento é positivo, com Itália a subir 1,22%, até aos 2.675,6 pontos, seguido pela Alemanha, que ganha 0,68%, para 16.273,85 pontos. França sobe 0,67% e alcança os 7.496,54 pontos, ao passo que Espanha valorizou 0,45%, até aos 9.254,73 pontos, à frente do Reino Unido, que regista um acréscimo de 0,35%, para 1.260,3 pontos.

“Os principais índices de ações europeus seguem em alta ligeira, no seguimento dos ganhos de ontem em Wall Street, após o maior otimismo em relação a um possível acordo relacionado com o limite de dívida nos EUA.  O índice nacional contraria o sentimento, castigado pela queda da Galp, que está a descontar o dividendo de €0,26 por ação”, de acordo com o analista de mercados do Millenium Investment Banking Ramiro Loureiro.

No seio empresarial no exterior a Adyen e ASML estão em destaque no universo Euro Stoxx50  ao subirem mais de 1,5%, ambas com um volume de transações muito superior ao habitual para este período matinal, sinal de pressão compradora. Já a Prosus e o Unicredit são os que mais recuam no índice europeu. No plano macroeconómico foi revelado que os preços no produtor na Alemanha abrandaram, e mais que o previsto, o ritmo de subida homóloga em abril.

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